Agradecimento do diácono Pacheco

Diácono Pacheco
Foto: Robson Siqueira

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O meu coração gostaria que estivessem presentes duas pessoas aqui: meu pai biológico, Luis Pacheco, que há quatro anos Deus levou, e o meu pai espiritual, o padre Léo. Deus tem seus caminhos e nós precisamos de santos intercessores – juntos de Deus – rogando por nós. Essas pessoas foram as mais importantes para minha vida e vocação – juntamente com minha mãe e meus irmãos.

Minha mãe, antes que eu nascesse, já havia me consagrado a Nossa Senhora. Muito obrigado, mãe, pelo dom da minha vida! É uma graça ser consagrado a Deus pelas mãos de Nossa Senhora. Obrigado pela sua sabedoria. Eu louvo e agradeço a Deus pelas vidas dos meus irmãos, pelo exemplo de força, de vontade, de ousadia, de fidelidade, de caráter e pelos exemplos, de dentro de casa, que eu sempre tive.

Eu quero agradecer, de maneira muito especial, a Seu Alípio. Esse senhor, há 17 anos, levou-me para o seminário. Quero agradecer à minha comunidade, de Campo Bom, no Rio Grande do Sul. Quero agradecer a eles na pessoa de padre Leandro, meu amigo de infância. Quero agradecer a todas as pessoas, que durante este percurso, durante esta caminhada sempre nos ajudaram com oração e com a providência de Deus. Deus lhes pague! De maneira muito especial quero agradecer à dona Nazaré [mãe do saudoso padre Léo], que é mãe da Comunidade Bethânia, pois, com certeza, Bethânia nasceu na casa dela. Muito obrigado porque a senhora foi o instrumento de Deus para dar o padre Léo para nós.

Eu também quero agradecer ao senhor, monsenhor Jonas, à Luzia e ao Eto. Muito obrigado pelo Eto ter me acolhido nesta escola de santidade, de acolhimento e de fraternidade. Muito obrigado, meus irmãos, pelo carinho e por esse tempo juntos! E a providência, monsenhor, acontece de maneira que não compreendemos, de maneira muito simples, e eu não poderia vir me ordenar de outro jeito, se não fosse com os paramentos da Canção Nova. E nunca me senti tão “Bethânia” como no recanto da Canção Nova. Eu agradeço a todos os membros na pessoa de vocês.

Dom Alberto, quando estamos juntos partilhando a vida, eu o chamo de pai, porque é assim que me sinto: filho do senhor! Muito obrigado pelo acolhimento, por ser um exemplo de pastor, pela fraternidade! Muito obrigado pelo amor. Nós nos conhecemos num misto de alegria e de dor. Conte comigo, Dom Alberto! É com muita alegria que digo: ‘Sou o diácono Pacheco da Arquidiocese de Palmas, da Comunidade Bethânia e da Comunidade Canção Nova’.

Padre Vicente, padre André, peço a Deus a graça aos senhores e a mim para que saibamos administrar o tesouro que Deus nos deu, que são os filhos e as filhas de Bethânia; mas esta responsabilidade não é pessoal, é também de meus irmãos de comunidade. Muito obrigado pelo carinho e pelo amor. Muito obrigado por você que é benfeitor da Bethânia e da Canção Nova!

Obrigado, professor Joel, o senhor não é apenas um professor acadêmico, o senhor é um profeta.

Diácono Edelmone Marcos Pacheco dos Santos
Comunidade Bethânia

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