Padre Gilson reza pela sua libertação

O fundador da Fraternidade Missionária O Caminho, padre Gilson Sobreiro, reza pela sua libertação e fala das nossas armas no combate contra o mal. Ele vai pregar o próximo Acampamento de Cura e Libertação, de 3 a 5 de agosto, juntamente com Padre Roger Luis e Padre José Augusto, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).

“A terra tornou-se o palco de um combate espiritual, que não se dá em um plano espiritual, mas aqui neste mundo. Ele é o palco de encontro dessas forças.

O Papa Paulo VI – em sua alocução chamada ‘Livrai-nos do mal’ – trata de esclarecer em uma catequese o que a Igreja pensa do demônio. Nós sabemos que hoje existe uma corrente enorme que, a todo custo, inclusive dentro da própria Igreja, busca desacreditar na existência do demônio. Uma idéia não surge do nada, mas é construída historicamente. Esse método histórico, tão duramente criticado pelo Papa Bento XVI, dessacraliza tudo, pois acredita que tudo parte de uma experiência humana, o que não se dá nessa experiência não existe.


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Desde o Concílio 4º de Latrão, a Igreja proclamou a verdade a respeito da existência do demônio. Paulo VI afirma que o demônio não é somente uma ausência do bem, mas é uma eficiência, uma força, um ser eficiente. Então tentando entender todo esse processo de dessacralização, que nós vivemos, uma das grandes táticas do inimigo de Deus foi o fato de hoje haver uma enorme difusão de idéias de que ele não existe.

O demônio é um ser mimético, ou seja, assim como o camaleão, ele muda de acordo com a situação em que se encontra. E, para ele, não há coisa melhor do que atuar em um mundo que acha que ele não existe e que não passa de um mito. Na nossa descrença, ele vai atuando.

O poder do inimigo é limitado, porque ele age dentro da providência de Deus, porque até o mal que ele faz, Deus usa disso para a nossa salvação. São Vicente de Paulo dizia: “Alcançamos muito mais graças em um dia que somos tentados e resistimos do que em um mês que somos tentados”. Tentação também concorre para a salvação das almas dentro do plano da providência de Deus.

Mas, concretamente, quais são as armas contra o maligno? Primeiramente é viver na graça de Deus. É viver o abandono em Deus. Homens e mulheres que vivem por uma ação divina. Depois outras armas são os exercícios de ascese (penitências, mortificações, jejum e vida de oração). Uma espiritualidade militante de um cristão que não somente vive na “defensiva”, mas parte para o “contra-ataque”. E, por fim, fazer o bem. A prática do amor nos associa à natureza divina. O amor é a grande força.”

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