Comunidade de Aliança

Paulo Diniz, da Com. Santos Anjos
Foto: Willieny Isaias

Antes de tudo como cristão, como batizado, existe dentro de nós a necessidade de estarmos como irmãos. E estando juntos vivemos a graça do Espirito Santo, e daí partimos para evangelização.

O papa nos diz que se não soubéssemos fazer muitas coisas, bastava ter amor, e a fraternidade que nos entrelace, isso já seria um sinal para o mundo. A razão da nossa consagração ao Senhor é o amor.

Nada, nenhum retiro, nem um encontro pode superar a vida fraterna dentro das comunidades, porque as pessoas devem olhar para nós, e vê como nós nos amamos. Precisamos deixar de lado muitas vezes o fazer para ser um consagrado.

Precisamos contemplar a santíssima Trinidade que é uma comunidade perfeita.

Quando começaram nascer as novas comunidades, foram diferenciados a comunidade de vida e de aliança, isso trouxe benefícios, mas também malefícios para algumas comunidades. É preciso integrar a comunidade de vida e aliança, pois é a mesma consagração, pois Deus não consagra ninguém pela metade todos são consagrados.

E como profissionais, precisamos ser excelentes para que as pessoas que nos cerca no mundo vejam o nosso testemunho. O mundo precisa de consagrados que estejam em ambientes do mundo para evangelizar.

As pessoas que vivem na comunidade aliança não tem o tempo todo disponível, por isso é preciso ter uma agenda, é preciso agendar, marcar a formação, convivência. Pois o membros da aliança geralmente trabalha, estuda, tem família.

"O caminho de Jesus é a única via para sermos plasmados em Deus"
Foto: Willieny Isaías / Fotos CN

É preciso exercitar-se na comunhão de bem, que nas nossas comunidades não faltem alimento, nem o aconchego de coração aos que estão longes.

Que a formação alcance o humano e também o espirito de cada membro. Neste tempo que o Senhor nos convida a cada dia a viver a santidade no nosso carisma.

A especialidade de cada carisma nos levará ao martírio, e assim sermos um testemunho.

Deus precisa de nós neste mundo, um mundo com uma sociedade deturpada. Seremos antido para este undo com a cultura da morte, do corpo.

Deus não chamou as comunidades para serem monges, mas somos chamados a viver como consagrados, jovens, solteiros, casados, celibatos, todos vivendo e dando testemunho.

Que tenhamos coragem de morrer para nós mesmo, para levar Jesus nos diversos lugares que estamos.

Transcrição e adaptação:Elcka Torres


Paulo Diniz


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