Da Identidade do laicato - Quem deve produzir muitos frutos?

O Senhor nos chama a produzirmos frutos. De maneira especial para o mundo. Precisamos ser capazes a darmos uma resposta diferente ao nosso tempo. O homem tem sede e fome de Deus.

Surge em nós um desafio em nossos carismas, que é levar este homem sedento de Deus ao encontro pessoal com o Senhor.

As comunidades novas precisam preservar sua identidade de leigos, insiste a Santa Sé. Os nossos carismas nos lançam no mundo. Trazemos uma novidade que nos prepara a vivermos no mundo e a darmos uma resposta perante as propostas do mundo. Nossos carismas não devem nos enclausurar. Precisamos ir até ao mundo, insiste a Igreja.

O Espírito Santo vem resgatando a identidade do leigo. O concílio vaticano II, vem dando o significado para os leigos. “Por leigos entendem-se aqui todos os cristãos que não são membros da sagrada Ordem ou do estado religioso reconhecido pela Igreja, isto é, os fiéis que, incorporados em Cristo pelo Batismo, constituídos em Povo de Deus e tornados participantes, a seu modo, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, exercem, pela parte que lhes toca, a missão de todo o Povo cristão na Igreja se no mundo.” (Lumen Gentium N 31)

O mundo espera a nossa santidade. O Papa Francisco tem uma graça profética especial de trazer a maternidade da Igreja. O mundo ávido vai de encontro a ela. A criação em sua expectativa anseia pela sua relação de filhos de Deus.

Se nós vivermos no mundo sobre a autenticidade do nosso batismo, nós santificamos o mundo por aquilo que somos.

Os pequenos gestos da vida se for feito pelo gesto de amor, nós santificaremos o mundo. A nossa resposta perante o mundo precisa ser a nossa santidade. E como Leigos unidos a Cristo temos essa missão.

"Um único Santo eleva o céu inteiro." (Beato João Paulo II).

O meu Batismo me dá legitimidade de falar em nome de Cristo. Nós podemos falar no nome de Cristo. Somos batizados!

Diante do que a Igreja nos fala, somos chamados a viver nossos Carismas com maior radicalidade.

“Na fé o eu do Crente dilata em Cristo” (Papa Francisco). A fé nos alarga a maturidade de Cristo, e nós somos chamados a descobrir essa grandeza de Cristo.

Nós temos 2 trunfos para viver tudo isso: Primeiro Nosso Carisma e Segundo A Vida Comunitária. Precisamos exalar nosso carisma.

As pessoas precisam olhar para nós no mundo e ver a beleza do nosso Carisma. Como Batizados temos um dom que é viver a Vida comunitária.

Cada vez mais está se reduzindo o amor a meros apegos afetivos. Em uma comunidade somos impelidos a viver o amor, a enfrentar essa vivencia do amor.

A comunidade nos ensina a sermos família, e a família nos ensina a sermos comunidade. Você é chamado a grandeza de Deus.

Os nossos carismas têm a autoridade de salvar o mundo. Mais isso é muito exigente, é necessário santidade e pureza. Nós quanto comunidade, precisamos nos purificar nem nossos carismas. Precisamos usar nossos carismas para as coisas de Deus.

As comunidades novas surgem para trazer a autenticidade da Igreja. Não porque somos os bons ou os únicos, mais porque fomos chamados na nossa essência para isso. Precisamos resgatar os valores que foi se perdendo pelo caminho.

Cristo é aquele que vem ao mundo para dar solidez e fundamento a nossa vida. Precisamos retirar de nossas vidas a vaidade. Precisamos lutar para sermos puros. Minha gente é preciso adquirimos uma intimidade profunda com Cristo!

Os nossos carismas nos lançam no mundo, nos capacitam a viver no mundo. Precisamos descobrir esse dinamismo do Espírito em nossos carismas.

Quando nós somos audaciosos, os frutos acontecem. O seu carisma será uma resposta adequada.

Deus abençoe a todos!

Transcrição e Adpatação: Carlos Biajoni @cncarlos


André L. Botelho de Andrade


Fundador da Comunidade Pantokrator

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