Volta para casa!

O rei Saul era atormentado por espíritos maus, e diz a sagrada escritura, que quando Davi cantava e tocava os espíritos fugiam. A música tem esse poder. Poder de nos livrar dos males que nos afligem.

O filho pródigo é um pouco injustiçado por nós, e nem sempre ele é jovem. Trata-se de um alguém que está longe do pai gastando aquilo que era seu por direito. Mas quando gastamos as coisas, mas estamos na fazenda do pai, perto da sua presença, elas não acabam. Mas o filho foi para longe, e gastou tudo até o fim.

Talvez você esteja longe de Deus há um minuto, um ano, 10 anos, não importa. Você não pode ficar longe de Deus em nenhum momento. Nós precisamos entender que precisamos voltar para a casa do pai urgentemente.

Mas eu quero falar das quatro qualidades do filho pródigo:

1-Ele era sonhador: vivia com seu pai onde possuía tudo, mas ele sonhava com o que não podia enxerga. Ele vivia sonhando, e ser sonhador não é ruim. Padre Jonas é um sonhador, mas decidiu lutar pelos seus sonhos com a sua comunidade. O erro do filho foi querer realizar os seus sonhos sozinhos.

2- Ele era aventureiro: ele queria viver uma aventura. Pegou sua mochila e foi em busca de aventura, mas uma aventura “furada” de gastar tudo o que tinha. Uma aventura não é ruim, Evangelizar é uma aventura e aqui na Canção Nova vivemos essa linda aventura.

3- Ele era trabalhador: diante do momento de dificuldade, de fome, ele não esitou em buscar trabalho. Ele podia até esperar e morrer, mas preferiu trabalhar em um chiqueiro. Aquele jovem foi trabalhar com lavagem, foi trabalhar com o resto. Ele que tinha tudo, foi trabalhar com o resto.

Muitas pessoas trabalham com o resto. O resto do ser humano. Pessoas que trabalham como donos de motéis, de prostíbulos, com drogas, etc. Deus nos alerta que se nos afastarmos da nossa casa, trabalharemos com o resto. Longe do Pai, perdemos a nossa referência, não sabemos o que é o bem ou mau.

4- Ele era humilde: diante de toda aquela situação, ele já comia com os porcos, era um com eles. Mas chegou a conclusão que na casa do seu Pai não precisava passar por aquilo. Quando tomamos consciência do ponto que estamos, as situações que nos encontramos, nossos corações se enchem de arrependimento.

Esse jovem não voltou porque amava o pai, mas voltou porque chegou ao fundo do poço, porque se decepcionou. Assim que voltamos para Deus.

Quando as coisas estão muito ruins, começamos a pedir oração, pois não temos a coragem de ir até a casa do Pai. Depois começamos a ter a necessidade de rezar, e mesmo tendo desaprendido caminha. Com o tempo nos sentimos livres para ir a Missa novamente, e começamos a voltar a freqüentar. Queremos mais, e por isso começamos a buscar um grupo de oração, e mesmo nos sentimos incomodados continuamos freqüentando. Quando estamos chegando mesmo na casa do Pai, procuramos confissão, e mesmo culpando os outros nos confessamos. Assim voltamos para o Pai.

Todos nós gostamos de uma festa surpresa, essa festa está preparada no céu para o dia e que você voltar para a casa do Pai. O céu aguarda esse dia!

Volta para a casa do Pai. Se chegar o dia que você não mais acreditar em Deus, fique tranqüilo, Ele continua acreditando em você!

Transcrição: Renan Félix
Fotos: Anderson Machado

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