Devemos nos dispor para viver a vontade de Deus

Christiane Henrique prega na quinta de adoração

Cristiane Henrique
Foto: Bruno Marques/cancaonova.com

A exemplo de homens e mulheres de Deus, devemos nos dispor para viver a vontade d’Ele

No reino de Deus é preciso compreender que Ele guia o Seu povo, mas somente se o povo  d’Ele se deixar conduzir. Ao olharmos para as peregrinações do povo judeu pelo deserto, veremos milagres, maravilhas e livramentos realizados por meio de Moisés e depois de Josué. Mas, no livro dos Juízes, depois de terem conquistado a terra, a geração de geração de pessoas que vivenciaram as maravilhas de Deus no deserto, morreu. E, o povo começou a se desviar e a se esquecer de Deus.

Um mundo de pessoas que se esquecem de Deus

Nos dias de hoje, somos como a nação de Israel no livro de Juízes, vivemos em tempos em que nos esquecemos de Deus e nos voltamos para os deuses deste mundo. Precisamos, como acontecia com os israelitas, de homens erguidos por Deus com poder e autoridade, para nos lembrar da necessidade de conversão.

A ousadia de Débora

Dentre os vários homens e mulheres que foram escolhidos e usados por Deus, destacamos Débora. Diz-nos a Palavra que ela julgava debaixo das palmeiras, ela era mãe de família, uma mulher que tinha uma vida como a de outras mulheres, mas mesmo assim aceita o chamado de Deus, e é usada por Ele como juíza.

Débora é usada por Deus para, aos pés do Monte Tabor, falar com Baraque, o líder dos exércitos de Israel. Ela, ali, falou com ousadia e deu para Baraque a receita da vitória contra os seus inimigos. Incrédulo, Baraque pede à Débora que vá com ele e com os exércitos para o combate. Débora vai, mas não sem antes alertá-lo de que, com isso, ele perderia a honra do combate. Assim, o exército de Israel teve a vitória, porém, toda a  honra ficou com Débora. 

Irmã Dulce, um exemplo de vivência da vontade de Deus

Como Débora, muitas mulheres foram levantadas por Deus para serem usadas com ousadia. Um exemplo disso foi o da Irmã Dulce, mulher dedicada a resgatar e a cuidar do pobres e necessitados, tendo intrepidez para fazer o que muitas pessoas não tinham coragem de fazer. Ela foi humana como eu e você, mas se dispôs a ser instrumento de Deus.

Entrando em casas abandonadas, transformando um galinheiro em hospital, entre tantas outras coisas, por vezes, considerada loucura pelos demais religiosos, irmã Dulce foi submissa ao chamado de Deus. Sendo reconhecida, inclusive, pelo então Papa João Paulo II, que esteve junto dela em seu leito de morte.

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A necessidade de reconhecer a Deus

Sabe o que nos falta hoje? Dar a Deus o que pertence a Ele! Vivemos como se nossa vida fosse simplesmente nossa, como se não tivéssemos que dar conta para ninguém. É preciso recolocar Deus no centro da nossa vida, pois, só assim retiramos o nosso Deus e voltamos a reconhecer a graça d’Ele constantemente nos sustentando.

Não somos senhores sobre nossa própria vida

Nenhum de nós pode acrescentar um só minuto a nossa própria existência, logo, não temos controle sobre a nossa vida, mas ela está nas mãos de Deus! É preciso ter a humildade de reconhecer o senhorio d’Ele e agradecer cada dia de vida pelo ar que respiramos, pela comida que temos. Só assim podemos, verdadeiramente, trilhar o caminho do centro da vontade d’Ele, sendo como a profetiza Débora e a irmã Dulce, pessoas que se dispuseram para viverem a vontade de Deus.

Você está disposto a deixar Deus ser o centro da sua vida? Vamos viver a vontade de Deus, sendo sempre gratos.

Transcrito e adaptado por Jonatas Passos

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