E sereis batizados no Espírito Santo

Emanuel Stênio. Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

A Palavra meditada está em Atos dos Apóstolos 2,17.

Hoje, estamos memorando os dois alicerces para termos uma vida nova: o encontro pessoal com Cristo e o batismo no Espírito Santo.

Conhecimento não é apenas saber, porque o demônio tem conhecimento de Deus, mas ele não tem intimidade, unidade e comunhão com o Senhor. Estamos, aqui na Terra, para termos comunhão e intimidade com Ele.

No princípio, quando Deus criou todas as coisas, Ele o fez num paraíso terrestre, o Éden, e colocou o homem para viver em comunhão com Ele, até que o homem, por orgulho e desobediência, permitiu que o pecado se instalasse, e rompeu essa aliança com o Senhor. E essa aliança não é um anel ou somente um símbolo de compromisso.

Deus, por amor, criou um outro paraíso muito melhor que o terrestre, um paraíso celeste. Ele quis que nos tornássemos divinos, e para isso enviou o Seu Filho para se tornar homem.

A nossa história é linda, a nossa vocação, o nosso chamado é para nos unir a Deus. Em todos os ambientes, a paternidade, o sacerdócio, o trabalho são os caminhos que o Pai usa para sermos santos.

Meditando o quarto mandamento da Lei de Deus – Honrar pai e mãe –, vemos que existe tanto um compromisso dos filhos de honrarem os pais, como também existe um compromisso dos pais de educarem os filhos na fé. E isso é prometido no casamento.

O Espírito Santo quer nos santificar, mas para isso precisamos nos abrir a Ele

Em um casamento, pensa-se em tudo: fotos, flores, padrinhos, roupas etc. Às vezes, no entanto, os noivos nem prestam atenção no que o padre diz, dos compromissos que eles assumem. No altar, os noivos prometem ser fiéis. O padre lhes pergunta: “Prometem educar seus filhos na fé?”, os noivos prometem, mas, quando se casam, não pensam nisso. Muitos vivem esse tipo de catolicismo. Nosso mundo está cheio de “cristãos light”.

Os pais têm de educar os filhos, pois a criança aprende dentro de casa. Entretanto, estamos vivendo num tempo difícil. O pecado vicia, e começamos a nos tornar prisioneiros dele. Pensando viver uma liberdade, as pessoas estão vivendo uma prisão.

O amor é a capacidade de deixar aquilo que nos dá prazer para nos aproximarmos do eterno de Deus. A cruz de Cristo é amor.

Aquele que tem uma experiência com Deus consegue fugir das tentações pela graça de Deus. Quando estamos com Ele, fugimos da dor e nos aproximamos da cruz.

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Vivemos num mundo hedonista, queremos o prazer, acima de tudo, mas, muitas vezes, não somos capazes de escolher o que nos faz bem, porque não queremos deixar os prazeres. Precisamos ter um encontro pessoal com Jesus, e o encontro precisa ser renovado dia após dia.

O segundo alicerce para termos uma vida nova é o batismo no Espírito Santo. O batismo quer dizer lavar todos os nossos pecados e nos tornarmos filhos de Deus. O Espírito Santo quer nos santificar, mas para isso precisamos nos abrir a ele.

“E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2,37-38).

Transcrição e adaptação: Karina Silva.

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