Livres de toda maldição

Façamos a escolha pela vida, para que sejamos livres de toda maldição que nos assombra

Livres de toda maldição

Antonieta Sales.
Foto: Jorge Ribeiro/cancaonova.com

Em Deuteronômio 30, 19-20, nós vemos uma palavra, que relata a sequência do caminho de conversão, onde o povo de Deus, que estava no exílio, voltava em busca da Terra Prometida. Assim como nós estamos aqui na terra em busca da nossa terra prometida que é o céu.

Nessa palavra, Moisés está lembrando aquele povo que precisa fazer uma escolha, lembrando-os do que precisam fazer para chegar à Terra prometida. Assim também, na nossa vida, são nos dadas escolhas. Escolher a vida ou a morte, a bênção ou a maldição.

Aí vem a pergunta: o que escolher? Pode parecer óbvio, mas o que temos escolhido nas nossas decisões diárias? O que temos feito da liberdade que o Senhor nos deu para escolher a vida?

Perguntamo-nos não só o que temos escolhido, mas também como escolher. E a própria Palavra nos diz como: amando o Senhor nosso Deus todos os dias.

Nós temos de amar ao Senhor, apegar-nos a Ele, porque Ele é nossa vida, e assim conseguiremos o céu. A morte eterna não foi feita para nós, nós fomos feitos para a eternidade com Deus.

O Senhor está nos dando dicas para sabermos fazer as nossas escolhas e nos responsabilizarmos por ela, porque nós precisamos ser responsáveis pela escolha que fazemos.

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Muitas vezes, escolhemos errado; e quando fazemos isso, culpamos o outro e até mesmo Deus. Essa tendência de não assumirmos a responsabilidade das nossas escolhas vem lá do Jardim do Éden quando o homem desobedeceu a Deus.

O ser humano busca desculpas para fugir das consequências das próprias escolhas, assim como Adão culpou Eva, e Eva culpou a serpente. Não assumiram a escolha de provar o fruto proibido.

Nós escolhemos e seremos julgados pelas escolhas e decisões que tomamos, por isso não podemos brincar com nossas escolhas, precisamos escolher a vida em meio à bênção e à maldição.

Não é fácil, mas é um exercício diário, uma luta diária que não podemos vacilar, tem que ser contínuo. Por isso, precisamos vigiar o tempo todo as nossas escolhas, pois elas são o nosso testemunho. Temos de exercitar a virtude da prudência e da firmeza para negar o pecado.

Precisamos testemunhar que é possível escolher a bênção e a vinha, permanecer com o Senhor. Que a nossa posição possa contagiar e converter aqueles que estão a nossa volta.

Veja pregação completa:

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Transcrito e adaptado por João Paulo dos Santos

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