O Espírito Santo nos ajuda a viver o sofrimento

André Florêncio prega na Quinta de Adoração

André Florencio Foto: Paula Dizaró/cancaonova.com

O sofrimento é instrumento que proporciona intimidade com Deus

A passagem da prisão de Paulo e Silas é muito famosa. O trecho da Palavra nos conta sobre o momento em que: esses homens de Deus foram encarcerados por terem feito algo bom, eles libertaram uma jovem possessa por um espírito de adivinhação. Quem gosta de ser escravizado? Ninguém! E, aquela mulher, também queria ser liberta. Mas, se a libertação foi evidentemente algo bom, por que eles foram punidos? Porque alguém lucrava com o sofrimento daquela mulher! Esta é uma realidade na vida do cristão: ter de sofrer males por ter feito o bem.

O Evangelho transforma o sofrimento

O entendimento do Evangelho nos faz compreender que o sofrimento faz parte do cristão, não por estarmos errados ou fora da vontade de Deus, e sim por ser uma ferramenta que nos aproxima (mais e mais) de Deus. Ele trás maturidade, nos leva de volta a nossa essência, e nos faz reconhecer a soberania de Deus sobre as nossas vidas.

O sofrimento entrou na humanidade por meio do pecado original, mas Deus em Sua Misericórdia, o transformou em meio para nos aproximarmos d’Ele. Porém, a ação do Espírito Santo é necessária para que Deus seja frutífero em nós. Sem o trabalho do Espírito, qualquer aflição torna-se uma prisão na vida humana.

Louvar em meio ao sofrimento: a fórmula para a vitória

Na atitude de Paulo e Silas temos uma fórmula do que devemos fazer para viver o sofrimento, eles oraram e cantaram hinos ao Senhor. Nós temos a tendência de nos entregarmos para as lamúrias; tendenciamos a disputar nas lamentações quem é o mais sofrido. A atitude correta é a de ser grato a Deus, mesmo em meio a dor, em meio as aflições e dificuldades.

O mais interessante na passagem citada é o efeito colateral do louvor em meio ao sofrimento: libertação! Não só o de Paulo e o de Silas, no caso, mas de todas as pessoas que estavam encarceradas, incluindo o próprio carcereiro. Porque, com o louvor, o Espírito Santo nos usa para levar a Misericórdia d’Ele para as pessoas da nossa volta.

Deus não tem dó de nós

Então, quando tropeçar nas pedras que ficam em nosso caminho ao longo da vida, não nos entreguemos para a ira, a dor e aos palavrões; mas nos voltemos para Deus e peçamos a Ele para agir em nossos corações. É por meio das nossas atitudes que Deus trabalha, e se somos capazes de louvar em meio ao sofrimento: Ele opera a libertação!

Você acha que Deus tem dó de nós, mas Ele nos ama! Então, não adianta fazer “cara de coitadinho e beicinho”, não é essa atitude que Ele espera de nós. Creia na providência divina, creia no cuidado d’Ele e Ele não te decepcionará. Faça do sofrimento um instrumento de intimidade com Ele e você será liberto. Louve a Deus mesmo nas dificuldades e Ele agirá ao seu favor.

Assista a um trecho da pregação:

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Transcrito e adaptado por Jonatas Passos

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