Renunciando ao mal

Como podemos reconhecer e renunciar ao mal?

Renunciando ao mal -

Danilo Gesualdo. Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Quais as dificuldades que nós temos no dia de hoje? Uma das maiores é a de “enxergar” aquele mal que denominamos como demônio. Devemos o reconhecer na realidade da nossa vida. 

É importante, também, quando tratamos dessa realidade espiritual e maligna, ficarmos atentos. Porque existem pessoas que colocam a culpa de tudo no demônio e, isso é um perigo para nos cristãos, pois deixamos de nos responsabilizarmos pelos nossos atos e acabamos colocando a toda a culpa no demônio.

É muito comum, no nosso meio, as pessoas negarem a presença do demônio e não acreditarem que ele está agindo. Se nós negarmos a existência do mal, acabamos não o conhecendo e não sabendo como combatê-lo.

Não é prazeroso falar do demônio, mas é necessário o conhecer para saber como combatê-lo. A primeira carta de João nos alerta para o combater e libertar as pessoas do poder dele. Precisamos usar a nossa inteligência para escapar das astúcias do demônio. Jesus se encarnou e morreu numa Cruz para destruir as obras do maligno no mundo.

A própria Igreja, diante dos documentos e escritos, tem nos orientando para o mal chamado “nova era”. O grande problema é que os exageros do passado tornaram-se esquecimento no presente. A “nova era” nunca deixou de existir, mas ela se readaptou de acordo com as mudanças da nossa sociedade.

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Como nós podemos traduzir a “nova era”?

Ela pode ser considerada uma filosofia de vida e um jeito de viver, mas essa ideologia é movida por uma inspiração diabólica.

Nem tudo que é etiquetado de cristão ou católico é um conteúdo cristão, por isso, é preciso do dom da inteligência, nos dado pelo Espírito Santo, para discernir o que é ou não de Deus. Então, é necessário o discernimento do Espírito contra essas ideologias que têm entrado no nosso mundo, porque nem tudo que parece ser cristão vem de Deus.

“Tudo posso naquele que me fortalece”

As técnicas de evangelização são boas, mas a preparação mais apurada do evangelizador não se faz sem o Espírito Santo.

Os cristãos precisam ser guiados pelo Espírito Santo e não se corromperem. Muitos começam com a vida inspirada pelo Espírito Santo, mas acabam se afastando dessa inspiração inicial.

Nós precisamos tomar cuidado com o sincretismo religioso que é a mistura das religiões, filosofias e ideologias com o cristianismo. Precisamos estar com o ‘Verdadeiro’.  O verdadeiro significa estar com Jesus, então, se não estamos no caminho de Cristo, precisamos buscar a confissão.

Veja pregação completa:

Transcrição e adaptação: Alessandra Borges

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