Somos chamados a ir para o Céu

O verdadeiro sentido de ser cheio do Espírito Santo

Ser cheio do Espírito Santo é desejar o Céu e sentir a disposição para trilhar um caminho de santidade em busca do lar celeste, algo muito maior do que as dificuldades desta vida. Isso significa que, numa realidade em que as pessoas dizem que querem viver intensamente saciando seus próprios desejos e têm medo de morrer, aqueles que desejam o Céu não temem a morte, pois não a vêem como um fim. Eles aceitam que o que vivem é só um caminho de aperfeiçoamento para a verdadeira vida: a eterna.

Recebemos um presente de Deus, mas precisamos ir ao seu encontro

Neste mundo somos como as pessoas que receberam um presente, um lar, mas não podemos tomar a nossa chave e entrar nela, porque é um lugar muito distante da nossa humanidade. Não temos como pagar o preço pela nossa “nova” casa, mas a caminhada até lá não é de graça, é preciso nos sacrificar.

A caminhada para o Céu é cheia de obstáculos

Na caminhada para o Céu há tropeços e quedas, vamos nos esfolar e sujar. Nossos próprios desejos e fraquezas são nossos tropeços que nos atrasam e nos machucam. Este é o sentido da santidade: levantar-se e continuar no caminho.

Se, hoje, você está caído, levante-se, progrida e avance para o Céu! O preço mais alto já foi pago, superar os obstáculos impostos pela nossa própria carne constitui o próprio instrumento de Deus para o nosso aperfeiçoamento.

É necessário subir aos lugares altos

Os homens e mulheres das escrituras subiam aos lugares altos para falar com Deus. Qual o sentido disso? Para superar as dificuldades é preciso nos elevar acima do mundano, ter nossa atenção voltada exclusivamente para Deus. Como fazia o profeta Daniel, entrar no seu quarto e se “fechar” para falar com Ele, assim devemos subir o nosso próprio Monte Tabor e ter um momento de intimidade com Deus.

O chamado de Deus para a morada eterna é estendido a todos, é preciso anunciar e não se conformar

Vivemos tropeçando nos “nãos” que a vida nos dá, frustrados, ressabiados, carrancudos e estagnados. Para nos aprofundar, para sair da superficialidade espiritual, é preciso nos elevar acima das banalidades desta vida. Quantos não ficam como o coxo que Pedro e João encontraram na Porta Formosa, ele estava às portas do templo, às margens da bênção, mas preferia ficar do lado de fora pedindo esmolas.

Não podemos nos contentar em estar às portas da bênção de Deus

Quantos hoje estão sentados à porta e não têm um encontro com Deus, não buscam uma intimidade com Ele, ouvem falar d’Ele, mas não têm a vida transformada. Preferem esmola, coisas pequenas, mundanas, enquanto Deus quer lhes dar a vida eterna.

Anunciemos o convite para morar no Céu

Vejamos as pessoas a nossa volta, ajudemos aqueles que estão sentados à porta da Igreja, não é dar esmolas, e sim estender a eles a misericórdia de Deus, ajudá-los a entrar para ter a sua vida transformada. Não podemos perder o nosso alvo: o Céu, mas também é preciso levar aos outros o convite de Deus, pois Ele nos chamou para ir ao Céu.

Transcrito e adaptado por Jonatas Passos

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