O perdão nos liberta de todos os males

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Padre Marlon Múcio e Irmã Maria Eunice. Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Palavra meditada está em Macabeus 13, 15-17

Irmã Maria Eunice: Do perdão à cura do coração é uma viagem que não sabemos a duração, mas precisamos viver como peregrinos.
Para chegarmos à bênção, precisamos de uma porta, mas talvez ainda não a tenhamos descoberto. Essa porta se chama perdão, e a bênção já está reservada para quem perdoa.

Padre Marlon Múcio: Tudo o que procuramos de mais verdadeiro, de mais necessário e correto podemos chamar de bênção. A paz que almejamos, um vício que precisamos vencer, a conquista de um bem material ou espiritual vem por meio da bênção, mas entre ela e nós existe uma porta. Precisamos abri-la.

Nós mineiros gostamos de dizer: “Você está com a faca e o queijo na mão”. Eu convido você a voltar-se para seu coração e perceber que talvez comece o dia no “Rock’n Roll”; depois, vai para o samba. Na hora do almoço, você muda para a valsa e talvez até queira ver sair por boca o seu coração, por viver tantos sentimentos. Mas quero lhe dizer que, dentro da ferida do seu coração, existe uma chave que abre a porta para a bênção.

Irmã Maria Eunice: Nós não fomos criados para a maldição. É uma luta para que haja uma restauração do seu coração, da sua família, mas você tem a chave do perdão, basta abrir a porta.

Veja este vídeo e reze com o padre Marlon e a Irmã Maria Eunice:

Padre Marlon Múcio: Estamos na semana da família. Quero lhe dizer que família sem perdão não forma um lar, mas uma república, ou seja, vivem, mas não partilham. Deus forma, mas o mundo deforma. Deus transfigura, o mundo desfigura. O mundo fecha a porta, mas Deus a abre.
Irmã Maria Eunice: Se não houver perdão, a porta ficará enferrujada. Saia da mágoa e do ressentimento, saia dos problemas e coloque a mão na chave. A porta está aí, é preciso que você a abra.

Padre Marlon: Se, na sua casa, sua família chega com sete pedras na mão, vá com o terço, pois este tem cinquenta pedras de amor.

Irmã Maria Eunice: Quanta gente em casa, batendo nas portas erradas! O Catecismo diz, no capítulo 1520, que ‘o perdão de Deus inaugura a bênção’. Inaugure, em seu coração, a sua cura hoje.

Padre Marlon Múcio: O machismo nos fala que os homens não podem chorar, mas o travesseiro deles sabe, e o chuveiro, também, que não podemos ter receio de contar aos Médico dos médicos, que é Jesus, o que dói e há quanto tempo dói.

Irmã Maria Eunice: O perdão pode abrir portas que estão fechadas há anos. A falta de perdão é a semente do inferno. A falta de perdão nos paralisa e, junto, dá-nos várias doenças, como dores de cabeça, depressão, câncer etc.

Ouça um trecho desta pregação e adquira (012) 3186-2600:

Padre Marlon: Talvez você diga: “Essa pessoa está errada, e ainda tenho de rezar por ela?”. Você não merece guardar a falta de perdão, porque fica prisioneiro e se torna refém. Você quer estar nas mãos de Deus ou na pata do diabo?

Há relacionamentos que são construídos na falta de perdão. Há um capítulo no livro que é dedicado à fala dos “feridentos”, uma pessoa cheia de ferida. É aquela pessoa melindre, você não pode nem tocar nela, que ela fica ferida. Feridento é aquele que gosta de uma ferida, e vive em função dela: “Eu não perdoou”. Coração fechado. Quem sai perdendo é o feridento.

Irmã: Todos nós temos problemas e estamos aqui falando deles, porque estamos lutando e combatendo o bom combate.

Padre: Precisa ser o dia inteiro a oração: Eu amo, amo, perdou, perdou.

Irmã Maria Eunice: O perdão é generoso e não há possibilidade de cura sem ele. O perdão é tão poderoso, que abre portas onde não existe amor. Há muita gente que está com as portas do coração  fechadas, porque está cultivando o ressentimento, a tristeza e a mágoa. Não existe exame que detecte a sua doença, porque é falta de perdão. A quem você precisa de dar o perdão? Talvez você esteja acorrentado ou algemado.

Padre Marlon Múcio: Você quer a chave para o perdão ou a bengala para os vícios?

Perdoar é receita de saúde. Qual muralha está na sua frente, que o impede de dizer à outra pessoa: “Eu o perdoo!”. Não queira ser cativo e ficar amarrado. Jogue fora as bengalas da falta de perdão. Se você crê, onde você estiver, receberá a graça do perdão.

Transcrição e adaptação: Jakeline Megda D’Onofrio.

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Padre Márlon e Irmã Maria Eunice


Ministeriados em cura e libertação

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