Desista de querer mudar as pessoas, afirma Ricardo Sá

“Desista de querer mudar as pessoas”, disse o música da Comunidade Canção Nova, Ricardo Sá, na pregação com sua esposa, Eliana Sá, neste sábado, 4, na Ermida, durante o intervalo do Hosana Brasil.

Ricardo afirmou que “nossa família tem solução” e é, simplesmente, “amar”. “Amar o outro do jeito que o outro é, sem querer que ele seja do jeito que eu quero”, explicou.

Ele complementou dizendo que “as pessoas não existem para mudarem como eu quero, mas para serem profundamente amadas. Até que esse amor que o outro recebe provoque, livremente, na pessoa o desejo de amar também e de querer mudar”.

Eliana recordou também que “amar é decisão”, o que significa dizer que, mesmo sem vontade, mesmo quando outro mereça uma bronca, eu preciso amá-lo. “Naquelas horas em que ele faz alguma coisa que te deixa com muita raiva, você vai lá e o acolhe com um abraço”, exemplificou.

Ela disse ainda que o amor se constrói nas pequenas coisas do dia a dia, nos nossos gestos, no dizer eu te amo, num ato de amor, de generosidade… Com isso, o amor vai crescendo até o ponto de darmos a vida pelo outro.

“Deus não deixa de nos amar, e nos deu essa vida para que a gente também ame”, afirmou Ricardo.

“Nós somos um casal que vive os mesmos desafios que vocês”, disse o músico, e contou que nesta semana estava muito nervoso, por seu cansaço após várias viagens e reuniões. “Minha família me amou e sustentou com a paciência”, disse agradecendo à esposa e ao filho.

“O amor quer fazer feliz, e caminha junto com o perdão (…) Se você investe sua vida em amar, você é o primeiro beneficiado”, destacou Ricardo e convidou: “ponha esse amor que está dentro de você para fora”.

“Por mais difícil que seja seu problema, na sua vida pessoal ou na sua família, se você acha que ‘não dá mais’, eu digo: ‘Dá sim’, se você amar”, ressaltou Ricardo.

No final da pregação, Ricardo e Eliana, deixaram um conselho pessoal às pessoas que participam da Igreja e querem que sua família e parentes também participem. Segundo eles, nós “estragamos tudo” quando forçamos os outros a ir para a Igreja e destacam que “enquanto seus familiares não experimentarem o amor de Deus em vocês, eles não vão encontrar Deus na Igreja”.

Eliana recordou que, algumas pessoas, após terem um encontro pessoal com Jesus, se tornam “chatas”, com a cara fechada em casa, intolerantes. Mas o que deve acontecer é exatamente o contrário, “você precisa ser um ‘favo de mel’, na maneira de sorrir, de abraçar, estar com a cara boa, principalmente dentro de casa, com sua família,… todo seu jeito tem que falar do amor de Jesus”, concluiu.

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