Pregação do Pe. Roger Luís no Acampamento de Semana Santa 2026
Diante da Cruz, toda nossa vida precisa ser revista
Deus nos dá o privilégio de fazer um retiro espiritual e compreender que pelo sangue de Jesus fomos salvos. Muitas vezes, olhamos para a cruz como um acessório, mas ela é o centro da nossa fé. Diante dela, não estamos lidando com um conteúdo meramente intelectual, mas com um conteúdo de poder, capaz de quebrar padrões mentais condicionados pelo mundo.

Pe. Roger Luís / Acampamento de Semana Santa 2026 – Canção Nova – Foto: Reprodução Youtube / TV Canção Nova
O poder do Sangue de Jesus na nossa consciência
O autor da Carta aos Hebreus nos revela que Cristo entrou no santuário não com sangue de animais, mas com o Seu próprio sangue, obtendo para nós uma redenção eterna. Se o sangue de bodes purificava o corpo, quanto mais o sangue de Cristo purificará nossa consciência das obras mortas para servirmos ao Deus vivo?
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As quatro graças que brotam da Cruz
A cruz é a fonte de onde brotam todos os sacramentos: a água do batismo e o sangue da Eucaristia jorram do lado aberto de Jesus para nos lavar e alimentar. Para revermos nossa vida, precisamos entender o que aconteceu no Calvário. Padre Roger Luís destaca quatro pilares fundamentais:
Salvação: o resgate da perdição.
Fomos encontrados por Jesus. Mesmo diante da traição, Jesus buscou salvar Judas, chamando-o de “meu amigo” até o último instante. A cruz prova o amor de Deus: Ele entregou Seu Filho para que todo o que nela crer tenha a vida eterna. Você foi salvo na cruz, meu irmão!.
Redenção: o preço da nossa liberdade.
Redenção é o preço pago pela nossa libertação da escravidão do pecado. Jesus nos devolveu a autoridade espiritual que foi perdida no Éden. Você não foi feito para ser galinha e ciscar no lixo; você foi feito para ser águia e voar alto. Tome posse: na sua casa, não é o vício ou a divisão que domina, mas a autoridade da cruz.
Expiação: o reparo do nosso pecado.
O pecado foi reparado pelo amor obediente do Filho. Na meditação de Santo Afonso, o Verbo diz ao Pai: “Eis-me aqui, envia-me”, aceitando a manjedoura, a flagelação e os cravos para nos resgatar. Pela expiação, o pecado confessado deixa de existir ontologicamente; ele cai no abismo do nada.
Justificação: reta relação com Deus
Justificação é a justiça de Deus agindo em nós, dando-nos a capacitação para vencer o que parece impossível, como vícios e imoralidades. Se você diz “eu não consigo”, é porque ainda não conheceu a profundidade da cruz, que nos torna herdeiros e coerdeiros de Cristo.
A vontade de Deus é a nossa felicidade
Muitas vezes, resistimos ao chamado de Deus por padrões mundanos. O próprio Padre Roger Luís partilha que não queria ser padre, achando que o chamado era “tentação”. Foi diante da cruz, ao compreender que “a vontade do Senhor é capaz de me fazer feliz”, que ele entregou sua vida. Hoje, com quase 21 anos de sacerdócio, ele afirma: a cruz é suficiente.
Passar a vida pela cruz exige mudanças concretas. Precisamos rever nossas escolhas e lugares que frequentamos. Nossas conversas e os grupos de WhatsApp de que participamos. Quem somos quando ninguém nos vê. Deus anulou o documento que nos condenava, pregando-o na cruz e despojando os principados das trevas. O derrotado é Satanás; você é vencedor em Cristo Jesus.
Oração final
Não viva mais como escravo. Com Cristo, fomos pregados na cruz; já não somos nós que vivemos, é Cristo que vive em nós. Erga seus braços e peça: “Senhor, crucifica em mim o homem velho”. Pelo poder das chagas de Jesus, declaramos a cura dos padrões mentais, a libertação dos vícios e a restauração das famílias. Assuma sua cruz, pois ela te levará à alegria da salvação!
Transcrição e adaptação Jaqueline Scarpin
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