Provação, tentação e a “hypomoné“
Na primeira leitura, São Tiago nos diz algo que parece um contraste: “Considerai uma grande alegria quando tiverdes de passar por diversas provações“. A provação é diferente da tentação. A tentação quer nos separar de Deus, mas a provação é a oportunidade de dizer ao Senhor a qualidade do nosso amor por Ele.
O perigo da ambiguidade (dipsychos)
O “Bloco dos Fariseus” e o espetáculo da fé
Os fariseus gostavam de:
• Máscaras: Jesus os chamou de hipócritas porque falavam, mas não faziam. Se não arrancarmos nossas máscaras, podemos estar “pulando carnaval” dentro da igreja.
• Abadás de aparência: Eles usavam faixas largas e franjas longas para aparecer. Às vezes, usamos terços e crucifixos como meros “penduricalhos” ou joias, mas não honramos o que eles representam na nossa vida prática.
• Camarotes: Gostavam dos lugares de honra e de serem cumprimentados. Mas nós somos a comunidade dos que lutam para ocupar o último lugar, pois os últimos serão os primeiros.
No “desfile” de Lucas 18, dois homens sobem ao templo: um fariseu e um publicano. O fariseu reza de pé, contando vantagem: “Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros… pago o dízimo… jejuo”. Aparentemente nota 10, mas diante do Senhor, nota zero!
O convite à conversão
Jesus foi embora daquele lugar porque só viu a aparência nos fariseus, e não a consistência. Não deixemos Jesus ir embora! É hora de sair desse bloco, lavar as vestes no Sangue do Cordeiro e purificar nossas intenções para a Quaresma.
Não viva de aparências. Diga ao Senhor: “Eu quero ser de verdade, no mais íntimo do meu coração”. Não tenha medo das provações ou de ser chamado de “conservador” por estar “preso” ao altar, ao sacrário e ao rosário. É aí que nossa vida está segura.
Transcrição e adaptação Amanda Martins
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