A Cruz é o altar onde Deus reconcilia o mundo consigo
Onde nós rezamos, ali brota o milagre! No altar da cruz de nosso Senhor, jorram todas as graças das quais nós necessitamos. Do lado perfurado de Jesus, jorrou sangue e água, fazendo brotar os sacramentos da Igreja: o batismo e a Eucaristia. É disso que vivemos, minha gente! No altar da cruz estão todas as graças que você precisa para a sua vida.
Muitas vezes, fazemos do grito de Jesus o nosso próprio grito: “Meu Deus, por que me abandonaste?”. Mas entenda: Ele não gritou porque estava abandonado, mas gritou em nosso nome, acolhendo as nossas dores, a nossa busca por saúde e as causas impossíveis na justiça. Tome posse: do altar da cruz, você recebe todas as graças.
O altar da Cruz e a quebra do poder do inimigo
O Catecismo da Igreja Católica nos ensina algo poderoso: Cristo crucificado quebrou o poder do inimigo. O mal tenta nos desviar do caminho, mas no altar da cruz, Jesus reinou. Que reinado diferente, não é? Não foi um trono almofadado, mas um madeiro de despojamento e doação.
No altar da cruz, somos lavados. Pelo batismo somos introduzidos no corpo místico da Igreja e pela Reconciliação (confissão) somos restaurados. Se você está longe, o sangue de Cristo te traz para perto. A cruz não é apenas um símbolo; é o lugar onde Deus congregou os filhos que estavam dispersos.
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Tomando a nossa cruz diária
Nós somos chamados a reinar com Cristo, e esse reinado passa pela cruz. Não despreze a sua cruz diária, entendendo-a apenas como um adereço. Quando você oferece a sua paciência e o seu amor ao cônjuge e aos filhos, o seu sacrifício não é em vão.
O historiador Cícero dizia que a cruz era a forma mais cruel de punição. Imagine Jesus, carregando aquele madeiro pesado, recebendo chicotadas e blasfêmias. Ele abraçou a cruz por você! Por isso, quando vierem os pregos da traição, da solidão ou da difamação, pense no altar que nos salvou: a cruz de Cristo.
O perigo da murmuração no deserto da vida
Lá no livro de Números, o povo de Israel cansou da caminhada e começou a murmurar. E o que aconteceu? Apareceram serpentes venenosas. Meu irmão, não estacione na murmuração, senão você vira presa fácil do inimigo. O segredo para vencer as “víboras” do deserto é o louvor. Moisés levantou a serpente de bronze no poste para curar o povo; da mesma forma, o Filho do Homem foi erguido na cruz para que todo o que nele crê tenha a vida eterna. Em vez de reclamar, louve! Vamos atrair o bem através do louvor.
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O grande livro do amor de Deus
São Tomás de Kempis dizia que não há saúde da alma nem esperança de vida eterna senão na cruz. Bento XVI também nos ensinou que nossas cruzes ganham valor quando as aceitamos como parte da cruz de Cristo. Ao olhar para o seu sofrimento, diga: “É parte da cruz de Cristo”. Isso torna o peso mais leve.
O Papa Francisco define a cruz de forma belíssima: ela não é um ornamento, mas o grande livro do amor de Deus. Nela lemos o sofrimento, mas lemos, acima de tudo, a vitória. Tenha a cruz no peito, na sua casa, mas principalmente no seu coração e na sua mente.
Não cochile na vida espiritual! Abra abraço na sua própria cruz agora e diga com fé: “Obrigado, Jesus, pela sua cruz que me reconciliou contigo. Nela eu tenho toda a graça e o milagre que necessito”
Transcrição e adaptação Jaqueline Scarpin
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