Gabi Barone

Jesus, o primeiro revolucionário

Jesus, o primeiro revolucionário

Pregadora: Gabi Barone

Eu não sei da tua história, eu não sei de onde você veio, eu não sei como você chegou até aqui. Talvez você tenha um impossível com o qual não sabe lidar, não sabe o que fazer. Mas eu conheço um Deus e eu experimentei um Deus que curou o leproso, que curou a hemorroíssa, que deu visão ao cego, que nos devolve a dignidade de sermos filhos.

Por isso, desde já, que o Senhor quebre no seu coração todo impossível e coloque a possibilidade d’Ele sobre a tua vida. Amém!

Jesus, a própria revolução

Jesus, o primeiro revolucionário. Uau!

Só que, para a gente falar da figura de Jesus, eu gostaria de explicar para vocês o que é uma revolução. Porque muitas vezes nós escutamos esse termo na escola, na faculdade, mas não entendemos plenamente o que ele significa.

Uma revolução acontece quando há um problema e se procura uma solução de igualdade. Mas, muitas vezes, aquele que se diz revolucionário pensa em soluções segundo o seu próprio umbigo.

Por isso, ao longo da história, nós vemos diversas revoluções que caíram em discórdia, em mais desigualdade, em erro e até mesmo em guerras. Quando falamos de revolução, falamos de pessoas que querem lutar por igualdade social, mas muitas vezes esse ser revolucionário está pensando no benefício próprio.

Por isso, na maioria das vezes, as revoluções dão errado.

Jesus não é apenas revolucionário, Ele é a revolução

Quando falamos de Jesus como o primeiro revolucionário, hoje eu venho dizer para vocês: Jesus não é apenas um revolucionário. Jesus é a própria revolução!

Deus viu um problema não de desigualdade, mas de dignidade. Então Ele envia o seu Filho unigênito para que carregasse sobre os seus ombros a minha e a sua indignidade.

Deus viu a nossa pobreza, a nossa miséria, o nosso pecado, a separação que nos afastou daquele jardim onde tínhamos uma relação face a face com Ele. E Deus encontra uma forma de nos remir, de nos salvar, enviando o seu único Filho para carregar sobre si a minha e a sua enfermidade ou em termos sociais, a minha e a sua desigualdade.

O escândalo da Encarnação

Jesus foi um escândalo quando veio. Primeiro, porque se esperava que o Messias descesse do céu em majestade, com anjos proclamando “Santo, Santo, Santo”, mas não, Ele veio como um menino no seio de uma virgem.

Ele se encarnou e assumiu a nossa humanidade, a nossa carne. Ele experimentou o que é carregar essa carne. E isso gerou escândalo, porque não parecia lógico que o Deus Todo-Poderoso se encarnasse em um menino que precisou ser cuidado, ensinado a andar, a falar, a comer.

Isso parecia sem lógica, e por isso gerou escândalo.

Ele tomou sobre si todas as nossas dores, como diz Isaías 53:
“Carregou os nossos sofrimentos, e nós o reputávamos como castigado, ferido por Deus e humilhado. Mas Ele foi castigado por nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades. O castigo que nos salva pesou sobre Ele, e fomos curados graças às suas chagas.”

Jesus não é apenas o primeiro revolucionário. Jesus é a revolução em pessoa.

A revolução nas atitudes de Jesus

Na Sagrada Escritura, vemos diversas situações em que as atitudes de Jesus causaram escândalo, como a cura aos sábados, algo que, perante a lei, não poderia acontecer.

Mas Jesus não se importava com a lei, porque Ele era a própria Lei.

Vemos também que Ele chama um cobrador de impostos para ser seu discípulo, seu confidente. Vemos que Ele levanta uma prostituta para ser a primeira a ver o seu corpo glorioso, o Cristo ressuscitado.

Não porque Jesus estivesse escandalizando os pequeninos, mas porque Ele falava com a vida, aproximando os indigentes, as viúvas, as prostitutas, os cobradores de impostos. Esses eram os amigos de Deus.

A causa da revolução de Jesus

Hoje eu quero destacar com vocês uma situação específica, narrada em Lucas 8, 43.

Uma mulher padecia de um fluxo de sangue havia doze anos e tinha gasto todos os seus bens com médicos, sem que nenhum pudesse curá-la. Havia doze anos que ela não saía de casa, doze anos trocando panos com sangue, doze anos sem se relacionar com o marido.

Ela não era mais conhecida como mulher, esposa ou filha. Ela era conhecida como a hemorroíssa.

Havia doze anos ela tinha perdido a sua dignidade. As pessoas não a tratavam pelo que ela era, mas pelo que ela tinha. Ela era excluída do convívio social por ser considerada impura.

A revolução de Jesus tem uma causa. E qual é a causa que hoje traz Jesus ao teu encontro?

Talvez não seja um fluxo de sangue, mas uma depressão, uma ansiedade, um pânico, um luto, uma perda, uma dor não resolvida.

Nosso Senhor não vem por eventos, não vem por nomes, não vem em massa. Ele vem por mim e por você. Ele age na particularidade.

Assista a pregação completa:

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