Deus nos ama!
Certa vez, fui numa livraria e lá eu vi um pequeno livro com o título “O Evangelho em muitas línguas”. Comprei aquele livro, e vi que apenas um versículo do Evangelho era traduzido. Quis saber por que aquela frase era tão importante para ser chamada de Evangelho, e para muita gente essa palavra era o resumo do Evangelho inteiro.
A Palavra está em João 3,16: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Eu espero que vocês nunca esqueçam esse versículo. Ele contém os seis elementos mais importantes da proclamação do Evangelho:
1º – Quem é Este que nos amou? São João diz que Deus nos ama. É simples, Deus nos ama. Pode ter algo mais simples que isso?
2º – A quem Deus ama? São João diz que Deus amou tanto o mundo, que não é o mundo da natureza, é a pessoa. Por isso que todas as vezes que João fala dessa parte, ele fala com grande aversão, ele fala dessa palavra “mundo” como se não gostasse dela. João fala: “Esse mundo que eu não gosto, Deus amou tanto”. Você quer saber que mundo é esse pelo qual João tinha aversão? É esse mundo que você vê nos jornais todos os dias. Apesar de todas as descobertas do mundo hoje, elas tem tornado o mundo melhor para se viver? São João diz que esse mundo é tão mal e ainda Deus o ama. A quem Deus ama? Não só as pessoas santas, mas também as pecadoras.
3º – De que forma Deus ama o mundo? A prova do amor de Deus é que Ele deu seu único Filho, tudo que Ele tinha de precioso, que era Seu único Filho, para o cristianismo. Jesus é sinal do amor de Deus.
4º – Por que Deus deu Seu Filho? Ele deu Seu Filho para que nós não morrêssemos nem fôssemos oprimidos pelo inimigo de Deus. Então, usamos a linguagem do Evangelho: o Senhor enviou Seu Filho para que pudéssemos ser salvos.
5º – O Senhor enviou seu Filho para que pudéssemos viver uma vida nova, e Jesus diz em João 10,10: “Eu vim para que as ovelhas tenham vida, e para que a tenham em abundância”. Todos que acreditam nessa vida nova.
6º – Qual a condição que o Senhor pede a cada um de nós? São João diz que não há nenhuma condição. O que significa isso: Para aqueles que creem, significa que eu não tenho que fazer nada para que eu tenha vida nova, mas devo acreditar que, se eu deixar, Jesus faz novas todas as coisas.
Para qualquer cristão essa é a Palavra mais importante: João 3,16: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Vou contar um caso de libertação de alguém por quem eu rezei:
Eu tive que dar um retiro para umas Irmãs Carmelitas na Índia. Quando eu fui ver a sala de palestra, a capela, eu vi uma cruz, a maior cruz que eu já havia visto em uma capela; e quando eu olhei para ela, a figura de Jesus parecia estar viva.
Eu senti que havia algo santo na capela, então eu disse para as irmãs que todo retiro seria lá: Missa, orações e palestras. Foi a primeira vez que eu fiz aquilo. Assim começamos o retiro.
No segundo dia de retiro, eu recebi a carta de uma mulher, escrita por um padre famoso da Índia, que dizia: “Prezado padre Rufus, eu estou lhe enviando essa mulher porque ela precisa de ajuda, de libertação, pois, há 20 anos, ela tem tido possessões”.
A mulher me disse que, há 20 anos, ela caía na rua sem motivo, e via, em determinados lugares, como se demônios tivessem surgindo.
O que eu fiz? Eu não me esqueci daquela cruz. Normalmente, eu teria rezado por ela numa sala, mas eu a trouxe para a capela e coloquei-a diante da cruz. Quando eu olhei para ela, ela ainda não tinha olhado para cruz. Eu perguntei: quem é você? A reposta foi: “Por que você está me fazendo essa pergunta? Nós já nos encontramos outras vezes”. Eu não perguntei mais. Então, ela olhou para a cruz, e ali todo o inferno apareceu, e ela começou a dizer palavras duras para Jesus. “Por que você me trouxe aqui diante de Ti? Essa casa é minha? Eu estava aqui há 20 anos, eu tenho que sair porque você ainda está nesta cruz. Desça da cruz!”.
E como nada estava acontecendo, ele começou a dizer palavras sujas para Jesus, que a irmã que estava traduzindo não podia repetir. Então, eu me lembrei das passagens do Evangelho em que os fariseus diziam para Jesus descer da cruz para que as pessoas acreditarem n’Ele. Eu percebi que quem estava dizendo para Jesus descer da cruz, há dois mil anos, era o espírito mal, o mesmo que estava na mulher. Mesmo o ladrão que estava na cruz disse isso para Jesus, e como Ele não desceu da cruz, o ladrão começou a amaldiçoá-Lo.
Eu percebi que a última tentação de Jesus foi no Monte Calvário, e não foram somente três vezes. Foram quatro vezes. O inimigo colocou a palavra na boca dos soldados e das pessoas que por lá passavam, e agora eu estava ouvindo dos lábios daquela mulher. Mas Jesus não se rendeu. Jesus morreu por nós, Ele foi crucificado por nós. Percebi qual foi a última tentação de Jesus.
Quando Jesus disse que iria ser crucificado, Pedro disse que isso não aconteceria, mas quem disse, na verdade, não foi Pedro, por isso Jesus lhe disse: “Afasta de mim, satanás!”. Imagine Jesus dizendo isso para o primeiro Papa! Satanás usou até Pedro, o primeiro Papa, para que Jesus não fosse crucificado. O que o Papa atual nos diz em uma carta escrita por ele: “Olhem para Aquele que vocês crucificaram, não pedindo para Ele descer da cruz”.
A mulher dizia coisas horríveis, mas Jesus não desceu da cruz porque Ele já tinha vencido. O que eu podia fazer para aquela mulher? Nada. Então, eu repeti as palavras da Missa: “Por sua cruz e ressurreição o Senhor nos libertou. Tu és o Salvador do mundo”. Eu fiz a oração de libertação para aquela mulher? Não. Jesus já tinha morrido na cruz para ela.
Quando eu estava rezando por ela, eu perguntei: Por que você possui essa mulher? E ele, pelo poder o Espírito Santo, me disse que, essa mulher, antes de se casar, para ir à igreja, ela tinha que passar debaixo de uma árvore, e ele estava na árvore. Ela era bonita, ele se apaixonou e entrou nela.
Como o inimigo pode possuir uma jovem passando debaixo da árvore? Essa mulher, quando era adolescente, queria entrar no convento, mas os pais queriam que ela se casasse. Ela começou a desobedecer aos pais. Ser freira é bom, mas talvez essa não fosse a vontade de Deus na vida dela. A coisa não é ser bom ou ruim, mas se é vontade de Deus.
Ela não admitia não ser freira. Ficou ofendida contra os seus pais, criou uma amargura e um ressentimento por eles; e ao passar debaixo da árvore, indo para igreja, esses sentimentos fizeram com que ela estivesse aberta para o inimigo.
Eu perguntei: O que aconteceu quando você passou debaixo daquela árvore? Ela sentiu que caiu algo nela, parecia ser uma flor, mas não viu nada. São os sentimentos ruins que fazem com que sejamos atacados. A partir daquele dia, tudo dava errado na vida dela. Quando o padre perguntou se ela aceitava aquele rapaz, ela não conseguia dizer, a mãe teve que ajudar. Quando ela olhava as fotos do casamento, era como se ela não tivesse ali.
Depois da oração, ela se sentiu livre. Eu fiz com que ela perdoasse os pais e aceitasse o casamento. No momento em que estava terminando a conversa, percebi que ela estava grávida, quase de nove meses. Ela disse que todos faziam a mesma pergunta para ela, mas ela não estava grávida. Mas, quando ela casou, já estava assim. Ela passou a sentir sentimentos de grávida desde quando algo caiu na cabeça dela debaixo da árvore, porque o inimigo não queria que ela se casasse com ninguém, por isso a deixou com esses sentimentos.
Eu a levei diante do crucifixo porque aquele era um sinal de que o inimigo ainda estava a perturbando. Eu fiz uma oração, e ela caiu no chão inconsciente. Eu já sabia que não era gravidez natural; eu toquei de leve o estômago dela e disse: “Em nome de Jesus, sai de dentro dessa pessoa”, e minha mão desceu, e todo aquele inchaço saiu de dentro dela. Foi uma liberação instantânea.
Eu gostaria que você visse o que eu vi, porque Jesus morreu numa cruz por nossos pecados. Foi uma operação natural, obra do Espírito Santo de Jesus que morreu por nós numa cruz.
Transcrição e edição: Willieny Isaías
HOSPEDAGEM | CAMPING | REGULAMENTO DO CAMPING | ALIMENTAÇÃO | CURSOS