Nada me impedirá de conceder graças na força da Divina Misericórdia
Muitas vezes, carregamos um peso insuportável por não conseguirmos nos perdoar pelos erros cometidos. Deus nos perdoa, mas nós nos fechamos em uma “tenda de incredulidade”. Criamos a mentira de que nossa miséria é maior que o amor de Deus ou que podemos viver de qualquer jeito, sem arrependimento.

Pe. Evandro Lima / Festa da Misericórdia 2026 – Canção Nova – Foto: Daniel Xavier / Canção Nova
Hoje, o convite é para olhar para o chão da sua alma: ele está ressecado? Então, olhe para cima e, num gesto de fé, arranque essa tenda que te impede de ver o céu. Deixe que o Senhor encharque esse solo que ficou seco por tantos anos. O seu coração deseja encontrar o Senhor como a terra seca anseia pela chuva.
A promessa de Jesus: “Nada me impedirá de conceder graças”
Baseado no número 1182 do Diário de Santa Faustina, Jesus nos faz uma promessa arrebatadora: “Nada me impedirá de te conceder graças”. Ele nos ensina que a nossa miséria não perturba a Sua misericórdia e que, quanto maior a miséria de uma alma, maior é o direito que ela tem à Sua compaixão.
A fonte dessa misericórdia é a Cruz. Do lado aberto de Jesus, transpassado pela lança, jorrou sangue e água para toda a humanidade. Mesmo ressuscitado, Jesus manteve Suas chagas para nos lembrar que a misericórdia é o que mais precisamos nesta vida. O céu não está fechado para você; você é o alvo desse amor.
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Deus cuida de você em cada detalhe
Deus não está te evitando. Ao contrário, Ele te cerca e deseja apenas uma chance para derramar o Seu amor no seu coração. Ele cuida das suas dores mais profundas: Enfermidades físicas, como o testemunho daquela senhora que venceu o câncer e voltou para agradecer na Festa da Misericórdia.
Deus diz hoje para você:
“Calma. Ainda não acabou.
Ainda existe vida na sua vida”.
No luto e a perda Deus acolhe aqueles que perderam entes queridos e sentem a alma maltratada pela dor. Sofrimentos da alma: Sejam angústias, depressão ou o peso do pecado. Talvez você esteja sem paciência com os seus processos, mas lembre-se: para fazer um crochê é preciso paciência.
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A confiança é o único vaso para colher as graças
A misericórdia de Deus não conhece limites, mas para colher essas graças, você precisa do vaso da confiança. Não é pela sua perfeição ou pelo seu desempenho que você alcança o coração de Deus, mas pela sua disponibilidade e entrega.
Santo Agostinho já dizia: “Deus que te criou sem ti, não te salvará sem ti”. Você tem duas opções: acreditar confiantemente na misericórdia ou deixar que ela passe como se você não precisasse de salvação. Escolha a confiança!
Se o seu coração está apertado e dói a ponto de você não saber o nome dessa dor, volte para o Senhor como o filho pródigo. Ele está de braços abertos. Mesmo que você tenha tentado fugir, o amor de Deus é como uma rocha que não se quebra e como o sol que nasce toda manhã para te envolver
Transcrição e adaptação Jaqueline Scarpin
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